Casa do Produtor Rural vai passar por melhoria ainda este ano
A notícia foi trazida pelo novo secretário de Desenvolvimento Rural, Renato Kranz na manhã de quinta-feira (10), durante reunião na Câmara de Vereadores. Esse tema foi pauta de discussão provocada por quatro vereadores: Josi Paz, Rose Almeida, Felipe Kinn da Silva e Erico Velten. Além dos vereadores participaram também o procurador Geral, Marcelo Rodrigues e o secretário de Obras Públicas, Argus Machado.
O objetivo foi buscar melhorias para os produtores e frequentadores. É consenso entre os vereadores que a Casa do Produtor já se consolidou como um ponto de encontro dos montenegrinos motivados pelos produtos e o café colonial que funciona no local.
O produtor rural, Claudiomiro Tomasi que tem uma banca na casa do produtor, citou como uma das necessidades urgentes à falta de espaço para estacionamento. A sugestão inicial seria transformar em obliquo, porém, a diretoria de Trânsito informou que devido à largura da rua não é viável tecnicamente. A melhor alternativa que será analisada é tornar a via em mão única sentido centro/bairro.
Kranz fez a contextualização referente ao espaço que foi adquirido em 2005, lembrando que foi feito um estudo de melhor modelo semelhante a Santa Cruz do Sul. Quanto à gestão da casa, existe um conselho gestor composto por consumidor, feirante, Emater e Secretaria de Desenvolvimento Rural. Prosseguindo, o secretário disse que das 15 bancas disponíveis, 12 estão ocupadas. Ele entende que é preciso melhorar a qualidade e quantidade de produtores. “Neste momento estamos resolvendo situações mais urgentes como a liberação do PPCI”, apontou. Kranz também observou que a empresa que fez a obra no espaço onde está o Café Colonial tem valores a receber que somente serão liberados quando algumas situações forem resolvidas como calhas e telhado. O secretário de Obras, Argus Machado já adiantou que a empresa já se prontificou a fazer os serviços.
O vereador Juarez da Silva (PTB) trouxe a preocupação quanto à fiscalização nos ambulantes, o que se torna concorrência desleal. “A fiscalização na Casa do Produtor é rígida, só que não acontece o mesmo com essas pessoas que comercializam na rua, sem nenhum controle”, aponta. Neste sentido, foi sugerido pelos vereadores que a prefeitura faça uma força-tarefa na fiscalização.
Quanto à parte antiga da feira, Kranz comentou que a mesma precisa passar por melhorias no telhado, iluminação e banheiros. Segundo o secretário já está trabalhando no sentido de buscar recursos no Ministério da Agricultura. “Se não conseguirmos vamos colocar no orçamento do município”, completa.
Os custos de manutenção com luz, água na Casa do Produtor praticamente são pagos com a locação das bancas. Cada feirante paga pelo seu espaço R$ 67,00 por mês, para o uso durante 04 dias na semana.